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Archive for the ‘Livros Luiza Meyer’ Category

projeto-capa-28-03-2011 (1)

Esse ano o meu livro Próxima Estação:Intercâmbio fez 15 anos e resolvi publicá-lo na versão E-BOOK na Amazon! É um livro dedicado aos participantes de um programa HIGH SCHOOL, e também aos apaixonados por essa experiência. Mais de 5000 jovens já acompanharam as páginas dessa aventura, e agora conto com vocês para divulgarem a versão online.
Não é necessário ter o Kindle, é possível lê-lo em qualquer aplicativo: celular, laptop, tablet, etc…

Clique no link abaixo para conferi-lo na Amazon Brasil!
https://www.amazon.com.br/dp/B01FCH7HE2

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-bolo_aniversario 5

Ontem foi um dia feliz. O Colégio Sagrado Coração de Maria aqui de BH (turma do segundo período) me convidou para um bate-papo na escola durante a feira do livro. Tive o prazer de conversar com uma alegre turminha de “meninos e meninas de 5” sobre o meu livro “Menina de 3”. Eles fizeram um projeto literário baseado no meu livro, e estavam de prontidão para me fazerem mil perguntas com um microfone colorido que as professoras Dani e Fernanda fizeram.

-Quanto tempo demora pra fazer um livro? Qual o seu próximo livro? Você estudou muito para escrever esse livro? A Menina de Três é sua filha? Quem fez os desenhos do seu livro?

Ah, delícia… Como é bom ter esse contato com as crianças. O parte dura foi ouvir de um aluninho, que ao ver minha foto na página final do livro,soltou essa pérola:

-Luiza, você ERA muito bonita!

=D

 

 

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dia_del_nino

Perdoem essa blogueira que viaja a trabalho e não posta em seu blog dedicado às crianças JUSTAMENTE no dia das crianças!!!!

Estava viajando a trabalho nesse dia tão especial, e quando cheguei, obviamente dei à Juju o presente que escolhi das terras distantes onde estava, e que por sinal agradou muito! Mais abaixo vocês verão a carinha dela toda feliz com o brinquedo que “estimula a criatividade”, como ela mesmo disse.

E no momento pós-chegada, pós-matada de saudade, pós-entrega de presente diferente, lá fui eu checar como foi o dia do brinquedo e da roupa preferida na escola, pois a deixei neste dia e segui direto para o aeroporto. Detalhe: só lembrei do tal dia aos 47 minutos do segundo tempo, pois abri a geladeira em busca de um copo de água gelada e “PIMBA” – Lá estava o recadinho no meio dos ímãs que enfeitam o nosso freezer.

-Mãe, o “Castro” esqueceu da roupa e foi pra escola de uniforme mesmo.

-Ah, é?

-E o “Guimarães” foi de advogado.

-Como assim, advogado?

-Ué, sapato social, maleta, essas coisas…

-E os brinquedos? O que suas colegas levaram?

-Ah, mãe, metade da sala esqueceu.

-E o que vocês fizeram?

-A gente brincou de adedanha mesmo! =D

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Criança vê o mundo diferente. Fato.
Ok, isso não é novidade pra ninguém, eu sei. É claro que o olhar da criança é diferenciado, puro, ingênuo, arrebatador, colorido, criativo, autêntico. Mas uma coisa é saber, a outra é ter provas concretas…

Outro dia me deparei com um caderninho de anotações de Juju sobre sua excursão a Ouro Preto, nossa famosa cidade histórica que está a poucos quilômetros de Belo Horizonte, onde vivemos.

Não resisti e quis trazer as anotações para vocês.
Nesse feriadão de 1o. de maio, quando muitos viajam (com exceção da autora desse blog =D), seguem as palavras da observadora viajante Juju, então com 9 anos… O texto está sendo reproduzido integralmente, do jeitinho que ela escreveu, ok???? É uma pena que eu não possa reproduzir as letras tremidas pelo sacolejo do ônibus de sua excursão… 🙂

“Hoje eu vou para Ouro Preto. Estou dentro do ônibus observando a paisagem, com a minha amiga Thaís.
Os monumentos de Ouro Preto podem ter mais de 300 anos!
Olhamos o Pico do Itacolomi. Agora vamos entrar em uma igreja, muito antiga.
Chegamos! Na Igreja São Francisco de Assis. Tinha igreja para escravos, pintores etc…
O Aleijadinho tinha uma doença muito forte.
O teto dessa igreja é maravilhoso.
O lustre é de cristal.
O altar dá vontade de tirar 1000 fotos.
Tem uma sandália chamada Franciscana em nome de São Francisco de Assis.
Tem uma escultura chamada Lavablo.
Essa igreja foi projetada em 1765 e acabou de ser projetada em 1810.
O leão de madeira foi projetado em 1787 e foi o Alejadinho que fez.
Esse museu é incrível. Tem uma loja chamada (Mundo Kids). Parece legal.”

PALAVRA DA AUTORA: Parada para observações, leitores. Eu também não entendi como uma igreja virou museu, e não compreendo que raio de loja Mundo Kids é essa. Acredito eu que foi uma loja avistada da janela do ônibus, mas isso é só um palpite de uma mãe não presente na viagem. Ok, voltemos ao diário de bordo:

“Continuando o assunto… As esculturas são perfeitas.
A igreja agora chama-se Igreja Matriz.
A escultura dá impreção que é um samurai.”

OUTRA PARADA: Leitor, lembro a você que foi a Juju que escreveu esse diário. Eu sei que impressão se escreve com “ss”, e compartilho da mesma opinião que a Igreja não mudou de nome e se tornou Igreja Matriz. Tenho uma leve impreSSão que a meninada foi visitar outra igreja, mas essa é, reforçando, uma impreSSão minha!

“Nós vimos o túmulo do Alejadinho e da Maria de Dirceu. Depois almoçamos.
E agora estamos na casa de Tiradentes.
A casa tem rio e ela foi feita em 2 anos. E tinha muito ouro. Vamos entrar daqui a pouco.
Nós vamos ver as cópias das moedas antigas e a cenzala. (Essa casa tem lustres maravilhosos!)”

LEITOR, a minha casa também tem lustres. E não, não sei o motivo da minha filha reparar tanto neles. E hoje ela sabe quem é MaríLIA de Dirceu!!! =D

“Parece uma manção. Tem até uma pia para os escravos.
A casa tem 4 andares. Tem uma caveira aqui. É ASSUSTADOR!
Isso é muito doido!
Tem coisas que dão nojo, tipo aonde os escravos faziam cocô e xixi.
Mostra a cadeira para o dentista.
Nós vimos a cozinha dos escravos. Tem até uma balança.
Tem uma moeda chamada Mori. Que moedas malucas!
Achamos as notas e os RÉIS.
Vimos moedas de 1994 e até de 1998!
A vista daqui é maravilhosa!!! “MAS DÁ MEDO”
Lá vamos nós subir o morro.
Nós vamos ir no Museu da Inconfidência que tem o túmulo da Bárbara Heliodora e do Tomaz Antônio Gonzaga.”

PUXA, obrigada, Juju, AGORA eu sei onde você está. Continuando…

“Estamos vendo vários quadros aqui, no museu da Inconfidência. Chegamos.
Aqui onde estamos é a cadeia dos mais perigosos.
Estamos vendo a Litera estamos vendo até revolver.
Vimos duas maquetes.
Tem Percução.
Achamos as peças da forca que usaram para enforcar o Tiradentes”.

AAAAH… Estavam perdidas? Ok, dando prosseguimento… 🙂

“Vimos o relójio de Tiradentes. O túmulo de Bárbara Bela, Marília de Dirceu e José Álvares Maciel estão aqui. Nós vimos objetos muito antigos.
Tem uma cadeira chamada cadeirinha de Arruar.
Nós vimos a estátua de São Jorge.
Quantas jóias!
Chegamos a outro museu maravilhoso quantas coisas parada para lanchar”

AINDA BEM que tem parada para lanchar, porque parada na frase (vírgula, ponto) não existe pra minha filha! Continuando…

“Agora já estamos no ônibus para ir embora. Adeus, Ouro Preto!”

MAS JÁ??? E NEM ME CONTOU SE LANCHOU DIREITINHO????????

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-Mãe… Chama uma garçon pra gente! – pede Júlia (10).
-UMA garçon??? – Bel(10) faz graça, enquanto nós três (ela, Juju e eu) ríamos na mesa.

Quem não gosta de ter uma melhor amiga na vida? A da Juju é a Bel, e quando ela resolve dormir aqui em casa (já comentei sobre ela no blog), a diversão é garantida, inclusive para mim (e, de quebra, para os leitores desse blog!)

Sexta à noite, as duas resolvem jogar o JOGO da VERDADE, a versão de tabuleiro desse jogo antigo (que eu jogava sem tabuleiro!) que envolve perguntas e respostas…

E Juju manda a primeira:
-Você e sua melhor amiga gostam do mesmo menino. O que você faz?
E Bel dispara, sem pensar duas vezes:
-Eu falo que vi primeiro e fico com ele! =)

O jogo não durou muito, na verdade. “Ai, só fala de menino!”, Bel reclamou. Mas o legal do jogo é que tinha uma história de pagar mico, do tipo: passe maquiagem só na metade do rosto, dance com uma vassoura, faça cataporas na cara com um batom e fique assim até o fim do jogo.

O resultado vocês já sabem: Demaquilante da mãe (que dó!) sendo utilizado aos litros!

No dia seguinte, levei Bel para almoçar conosco na casa da minha mãe. Júlia, como sempre, olha para a comida “diferente” e diz que não quer.
-BEL! – eu apelo – Você tem que ajudar a sua amiga! Você, que é uma menina viajada, que já foi para a Europa um tantão de vezes, explica pra sua amiga que se ela não souber comer coisas diferentes, não vai poder viajar nessa vida!
E Bel, com sua graça dos dez anos, me responde:
-Luiza… Todo lugar tem batata frita!

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Luca (6) perguntou para sua mãe, que acabava de voltar do laboratório:
-Mãe, tiraram o seu sangue?
-Tiraram 5 tubos, filho!
E ele, assustado:
-MAS VÃO TE DEVOLVER, NÉ?????

Minha sobrinha linda Bruna (15) estava conversando com sua mãe sobre um vídeo muito legal do Black Eyed Peas, quando a Laura (8) dispara:
-Olha! Eles foram lá na escola!!!!!!!!!!!! =)

Gente, essa é do Théo(4), filho da Lidiane, grande amiga desse blog.
-Mãe, tô de barriga cheia!
-Então não vou te dar o chiclete, Théo… Sua barriga não está cheia?
-O chiclete não vai pra minha barriga, só a comida que vai! Então eu posso ganhar o chiclete!

Pra terminar, essa é do Francisco (5), filho da minha amiga Thais, que mora na Espanha!
– É, ninguém me escuta nessa casa … o Antônio nao me escuta, a “mamaiii” nao me escuta, a Camila nao me escuta …. Mas já tá decidido, vou trocar de família !!

E durma com um barulho desse!!!!!

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É essa coisinha colorida aí, ó. Coloquei a foto porque de repente os leitores são mais jovenzinhos do que eu hehehe… Ok, confesso minha data de nascimento “meio” antiga, mas se eu não deixar todo mundo por dentro do que é monóculo, não vão entender a pérola que colocarei abaixo.

Essas duas últimas semanas foram de muito trabalho, e participei de três “workshops” em São Paulo, na minha área de intercâmbio cultural. Uma das minhas parceiras na área, em meio a uma reunião, me contou que outro dia sua mãe estava conversando com a filha mais nova, a caçulinha da casa.

-Filha, na minha época Camboriú (o balneário em SC) era muito mais legal.
-Por quê?
-Ah, não tinha tantos prédios, e o sol banhava a praia… Espera aí, que eu tenho um monóculo com uma foto de Camboriú quando eu era criança!

E lá se foi a mamãe aplicada buscar o tal do monóculo (que agora todo mundo já sabe o que é). E a filhinha, toda contente, colocou o aparelhinho perto dos olhos e ficou, ficou, ficou….

-Mamãe???
-Oi, filha…
-Na sua época de criança, o céu era pra baixo??

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