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Archive for the ‘Livros Luiza Meyer’ Category


Há mais ou menos 10 anos e 8 meses, nascia o Palavra de Criança.
Nessa época ele não era um blog, mas um caderno onde eu, pacientemente, anotava meu dia-a-dia de gravidez.
Quando Juju começou a crescer, as pérolas foram nascendo. “Tiradas” fofas, engraçadas, que me faziam rir, e às vezes pensar… Criança tem mesmo cada uma!

Depois veio o blog, para compartilhar não só as pérolas da Juju, mas de outras crianças que conheço pessoalmente ou virtualmente. E assim, o Palavra de Criança foi ganhando recheio e ficando cada vez mais gostoso.

Mas gostoso mesmo é ser criança! Por isso, Juju, nesse seu aniversário de 10 anos, o que peço para você é saúde e disposição, para levar a vida sem perder essa criança linda que está dentro de você.

Te amo!!!!!!!!!!!!
Sua mamãe

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Queridos leitores,

Nessa semana que antecedeu o carnaval, tive o prazer de participar da semana literária na escola infantil “Trilha da Criança”, localizada no Bairro Anchieta, aqui em BH.

Tenho muito carinho pela “Trilha”, já participei desse evento algumas vezes, quando tenho a oportunidade de entrar em contato direto com meu público (ou seja, os “pequerruchos”), trocar ideias com os pequenos e, é claro, colecionar mais um bocadinho de pérolas!

E lá fui eu conversar sobre os meus livros, que depois ficaram expostos para venda e “autógrafo” da autora (rs) no campinho da escola.

-Luiza, de onde surgiu a idéia de escrever esse livro?
-Luiza, escritor ganha dinheiro?
-Luiza, por que você não ilustrou seus livros?
-Luiza, quantos anos tem sua filha? (Eles ficam curiosíssimos ao ver a foto da minha filha Juju na última folha do livro “Menina de Três”, que escrevi quando Juju tinha 3 anos).

Então compartilho com vocês algumas pérolas desse encontro…

Estava eu conversando sobre o livro “Bagunçado ou Bem Guardado”, que é o preferido das crianças de lá, e resolvi perguntar quem da turminha era bagunceiro, até que um garotinho de 7 anos me explicou:

-Os pais acham que a gente tá fazendo bagunça no quarto, mas não é isso… A gente tá é criando cenários para as brincadeiras! =D

Teve outro garotinho, de 5 anos (uma fofura de olhos claros) que me contou que nasceu na Dinamarca (onde tem neve) e que passou as últimas férias por lá.

-Eu passei as férias em 3 lugares, Luiza! Na Dinamarca, em “Conceição”, e na roça da minha avó!
-Ah, é? – perguntei – E de qual deles você gostou mais?
-Da roça da minha avó!!! Lá tem cachorro!!! =D

Rimos muito do garotinho e, no fundo do meu coração, achei lindo, pois criança é assim mesmo: uma simplicidade sem tamanho, e nós, adultos, somos os bobos que reforçam a ideia de que tudo tem que ser MEGA, grande e importante!

Para complementar nossas risadas, a professora me contou que já teve um aluno que só passava as férias na França, porque o pai era de lá. Até que um dia, o menino a procurou para desabafar:

-Eu não queria ter um pai que nasceu na França, eu não quero ir para lá toda hora, eu gosto mesmo é de Guarapari! =D

E aproveitando o assunto “praia”, estava eu conversando com a linda Mariah, aluninha da Trilha, quando a mãe me contou uma pérola da filhota durante as férias:

Ao observar o mar por um tempo, Mariah pediu:
-Mãeee!!!! Desliga esse “branquinho”!!!!

O “branquinho nada mais era do que as ondas se quebrando constantemente nas areias da praia… =D

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Na volta da casa do meu irmão, onde Juju(9) brincou com os primos, no carro, à noite, com chuva:

-Mãe…
-Oi.
-Acho que o mundo seria melhor se não existisse o dinheiro.
-Como assim, filha, ia ser difícil, não acha?
-Ah, mãe, ia ser melhor. Aí todo mundo ia viver tranquilo… Tipo… Cada um fazia a coisa que sabia… Assim, se a pessoa sabe fazer suco em lata, ela faz…
-Hã?
-E a outra pessoa fazia outra coisa, e cada um fazia uma coisa, e assim as pessoas iam trocando.
-Mas como a pessoa vai fazer suco em lata se ela não tem dinheiro? E a máquina para fazer a lata?
-Ela faz a máquina também…
-Júlia, antes era assim. Por exemplo, tinha um criador de ovelhas e um agricultor que plantava tomate. Aí um tosava a ovelha e entregava a lã, e o outro dava de volta um quilo de tomates… Entendeu?
-Então, tinha que ser assim…
-Júlia, a questão não é o dinheiro deixar de existir. A questão é todo mundo ter uma quantidade de dinheiro que deixa a pessoa ter uma vida legal, entende?
-É… A gente não tem luxo, mas tem uma vida legal…
-Pois é (concordo, fazer o quê? =D )
-E por que a pessoa que tem a empresa ganha mais do que quem trabalha nela?
-Porque a pessoa construiu a empresa, Júlia.
-Mas isso não é justo!
-Filha, é sim, pensa, a empresa ganha 100, aí tem 5 funcionários, cada um ganha 10 e quem tem a empresa fica com 50.
-Mas todo mundo tinha que ganhar igual!
-E se alguém trabalha muito e o outro não trabalha nada, tem que ganhar igual?
-…
-E as vezes, o que trabalha, pode querer um dia ter uma empresa também…
-…
-Às vezes eu faço massagem no seu ombro e ganho 1 real.
-Pois é, filha!
-Mas às vezes eu faço assim mesmo e não quero ganhar nada.
-ISSO é justo!
🙂

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Queridos amigos e leitores deste blog, que assim como eu, admiram o mundo infantil e se divertem com ele…

Hoje desejo a todos um Natal cheio de sorrisos, e sei que as frases abaixo, da Fefê (minha sobrinha de 6 anos) vão colaborar para que isso aconteça!!! =D

-Fefê… – diz sua mãe – Você sabe que o Natal é o aniversário de Jesus, não sabe?
-Quantos anos o Jesus está fazendo?
-2011, minha filha…
-É? E ele é mais novo ou mais velho que você?

=D

Alguns dias antes do Natal, Fernanda apronta um berreiro em casa…
-O que foi, Fernanda??? – pergunta a mãe assustada.
-Eu não escrevi a cartinha pro Papai Noeeeeel!!!!!!!!!! – ela responde, chorando.
-Mas filha, não tem problema, por que você está triste assim?
-Mas e o meu presenteeeeeeeeee? – ela pergunta, soluçando.
-Filha… Ele vai se lembrar da sua sandália que você quer ganhar, não se preocupe… Já se esqueceu que a gente viu o Papai Noel lá no Shopping? Você não contou pra ele o que quer ganhar de presente?
-Contei… – Fefê responde, para depois abrir o berreiro de novo.
-Mas o que é que foi dessa vez, minha filha?
-É que eu não falei o número que eu calçaaaaaaaaaaavaaaaaaaaaa!!!!!!!!

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Meu site Portal Do Intercambista (www.portaldointercambista.com.br)está com dois “amigos de pano” novos, bichinhos criados exclusivamente por dois designers dos quais sou fã!!!

Daniela Karam, de BH, e Silvio França, de São Paulo. As unidades são reduzidíssimas, portanto garantam logo esse presente original!
Quem for de BH e quiser encomendar diretamente comigo, é só me mandar uma mensagem. A encomenta pelo site implica em custo de frete. Beijos!

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Esse post é uma colaboração da Lidiane, minha amiga virtual… 🙂 Deixo aqui o e-mail que ela me mandou para a diversão dos leitores deste blog =D

Theodoro (4), na volta da escola:
-Mamãe, O Murilo acha que manda na sala, mas quem manda é a tia!
-Sim, Théo, quem manda é a tia Simone.
-Eu não mando em nada lá, nem eu, nem o Ian, nem o Mateus, porque a gente sabe quem manda lá. E eu sei quem manda lá em casa é você.
-É, Théo, quem manda lá em casa sou eu. Mas quando você crescer, é você que vai mandar na sua casa!
-É, quando eu ‘ser’ adulto eu vou mandar lá minha casa. Mas primeiro vai ser o Lucas (6) que vai ser adulto primeiro, então ele vai mandar primeiro.
-Não Théo, você vai mandar na sua casa, e ele na dele!
-É, eu na minha e ele na dele. E quando o Lucas ‘ser’ adulto ele vai virar meu pai e meu pai vai virar meu tio…
-Não, Théozinho. Quando o Lucas for adulto, ele vai ser seu irmão ainda e seu pai será sempre seu pai…

Ele nem deixou eu terminar e já saiu falando espantado:
-Existe irmão adulto????

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Aniversário da Bruna (15 anos). Em meio aos presentes, trouxe para casa duas “pérolas”. Uma delas é da Paula, sua irmã caçula, de 4 anos, e a outra da Laura, minha sobrinha (velha conhecida dos leitores desse blog). A Laura tem 8 anos.

Estava eu sentada com a Paulinha no colo, observando suas duas primas gêmeas idênticas, também de 4 anos, chamadas Júlia e Luiza.

-Meus Deus… – eu comento – É impossível saber quem é uma, quem é a outra.
-Eu sei! – grita Paula – Eu sei certinho quem é a Luiza e quem é a Júlia.
-E como você sabe? – questiono, curiosa.
Paula olha pra mim, dá um sorrisinho cínico, daqueles de canto de boca, e diz:
-Eu nasci sabendo!!!!!

Lá para o final da festa, vejo Laura desesperada coçando as pernas. E coça, e coça, e coça…
-O que é isso, Laurinha? – eu pergunto – Por que você está coçando desse jeito? É alergia?
-Não, tia! É minha sinusite que passou pra cá!

Depois dessa, só me restou ir pra casa…

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