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Posts Tagged ‘Luiza Meyer’

Cristiano_RonaldoNeste mês de julho visitamos Portugal com a família, e Ayla foi conosco. Para quem não conhece, Ayla é minha sobrinha de 3 anos, uma peça rara e fofa que nos divertiu – e muito – durante a viagem.

Em nossas andanças, ganhamos várias máscaras de papel com o rosto do Cristiano Ronaldo, uma jogada de marketing de uma loja de esportes portuguesa. Claro, a Copa do Mundo mal tinha acabado, o clima de futebol imperava nas ruas, e Ayla ficou apaixonada pela tal da máscara.

Foi ótimo termos várias, pois uma era rasgada, a outra amolecia de baba, e assim íamos substituindo as máscaras, até que um dia ela solta a pérola. O tema da festa de 3 anos? Que Discovery Kids, que nada. O tema dela seria “Cristiano Ronaldo”!

Infelizmente Ayla mudou de ideia uns dias após chegar ao Brasil. De Cristiano Ronaldo, passou para “bailarina”. Tudo bem, vai. Mas confesso que estava LOUCA para presenciar a tal da comemoração com o tema do célebre atacante de Portugal.

Mas a bailarina também rendeu pérolas. Não se esqueçam que minha sobrinha tem 3 anos, e a fábrica de frases fofas e engraçadinhas atinge o ápice nessa idade.

Pois bem, não é que a danada, após perceber a professora arrumando o cabelinho das colegas antes da aula de balé, logo pediu à mãe: acho que você tem que comprar um coque pra mim!

Tadinha, o cabelo dela ainda é curtinho rsrsrsrs

Mas é muito linda. Te amo, Ayla!

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Ayla é minha sobrinha de 3 anos. Uma verdadeira e autêntica “Menina de 3”. Para quem não sabe, “Menina de 3” é o título do livro que publiquei pela editora Letras Brasileiras há mais de 10 anos. Quando o escrevi, minha filha Júlia tinha essa idade, época deliciosa de sua vida, cujas memórias guardo em um espaço especial no coração.

Hoje Júlia tem 16, e chegou a vez da Ayla. Ayla veio para colorir nosso mundo e, de quebra, incentivou-me a escrever aqui no blog de novo. Por isso, o post de hoje conta uma história engraçadinha dela.

Outro dia, ela desenhava a sua babá Beth na lousa branca que ganhou. Depois de um tempo, resolveu desmanchar o desenho com uma flanela.

Sua mãe, surpresa, exclamou:

–  Ayla, que dó! Você apagou a Beth, coitadinha!

E a Ayla, mas do que depressa, explicou, mostrando o que tinha nas mãos:

– Não, mamãe! Ela tá aqui, no paninho!!!! =)

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Ontem foi um dia feliz. O Colégio Sagrado Coração de Maria aqui de BH (turma do segundo período) me convidou para um bate-papo na escola durante a feira do livro. Tive o prazer de conversar com uma alegre turminha de “meninos e meninas de 5” sobre o meu livro “Menina de 3”. Eles fizeram um projeto literário baseado no meu livro, e estavam de prontidão para me fazerem mil perguntas com um microfone colorido que as professoras Dani e Fernanda fizeram.

-Quanto tempo demora pra fazer um livro? Qual o seu próximo livro? Você estudou muito para escrever esse livro? A Menina de Três é sua filha? Quem fez os desenhos do seu livro?

Ah, delícia… Como é bom ter esse contato com as crianças. O parte dura foi ouvir de um aluninho, que ao ver minha foto na página final do livro,soltou essa pérola:

-Luiza, você ERA muito bonita!

=D

 

 

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Arrumar a casa tem sempre seu lado bom, o de encontrar objetos perdidos, ou preciosidades como uma “coleção de pérolas” de coleguinhas da Juju, frases de 2011, que guardei e acabei não publicando neste blog!

Na ocasião, fui convidada para conversar com a Juju e seus coleguinhas sobre meus livros infantis (Se eu Fosse…, Bagunçado ou Bem Guardado? e Menina de Três). Pedi aos pais da criançada que me enviasse, naquele dia, frases engraçadinhas de seus filhos para que fossem publicadas no meu blog….

É isso aí, 4 anos depois, literalmente do “fundo do baú”, seguem algumas delas. Depois publico mais!

  • Quando Luísa Pessoa Rosa era bem pequena (mais ou menos 2 anos), ela adorava a cor vermelha. Tudo da Luísa era vermelho: roupas, arco de cabelo (tiara), bonecas… Se os pais falassem com ela que o nome dela era Luísa Rosa, ela logo reclamava: Não é não!!!! É Luísa “memelha”!!! (vermelha)
  • Quando Ivan Serva Lara tinha 3 anos, ele estava com a vó e queria mexer em alguma coisa. O problema foi que a avó não deixou, e logo Ivan protestou: Eu vou “compá” outra vó lá no “pomecado” (supermercado) e vou pagar com cartão de “inquédito” do papai!
  • Essa foi do Vinicius Miranda, lá pelos seus 4 anos. Seu irmão mais velho ia para a escola de transporte escolar, e o motorista se chamada “Seu Altino” (Sr.Altino). Quando chegou a vez do Vinícius usar o mesmo transporte, passou a chamar o motorista de “Meu Altino”! =D
  • E essa do Arthur Cunha Campos Duarte? Ele tinha uns 3 anos na época. Depois que sua avó lhe explicou que a gente não faz somente o que gosta, o rapazinho replicou: “Eu só faço o que eu gosto, o que eu não gosto eu não faço! No Brasil não tem regra, regra só existe no Japão!”

Ai, senhor!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Livro abre portas, expande mentes, aproxima pessoas. Fiquei feliz e emocionada ao ler o post sobre meu livro infantil “Se eu Fosse” no Blog do Livrinho, produzido pela Anna, de Belém do Pará.

Se eu fosse vocês, daria uma olhadinha no Blog dela, pois tem dicas incríveis de livros infantis!

http://www.blogdolivrinho.com/#!se-eu-fosse-um-post/c1gd8/55acf3270cf24f011b62790a

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Tem tempo que o Enzo não aparece aqui no blog. Ele é filho da minha prima Carol Meyer, que está sempre colaborando com o “Palavra de Criança” no Facebook. Para agradecê-la, fiz uma reunião das últimas pérolas desse menino “pilhado”, ou “espevitado”, ou “da pá virada”, para divertir vocês. São pérolas recolhidas pela mãe desse garoto…

Enzo: – Mãe, o que você acha que foi em outra vida?
Carol: – Acho que fui uma cigana bem doida!
Enzo: – Tá, agora você faz papel de dicionário e me explica! =)

Enzo: – Mãe, acho que tô meio “zezé” da cuca! =)

Enzo: – Tem que pedir para esse “São Bento” mandar chuva! =)

Enzo: – Mãe, porque vc só fica parada na praça, tem tanto brinquedo!
Carol: – Ué, Enzo, por que eu não sou mais criança!
Enzo: – É sim, mãe. Vc é criança no coração. (Fofa, essa…)

Enzo: – Mãe, quando vc ficar muito doente eu vou te dar um sino.
Carol: – Por que que eu vou ficar muito doente?
Enzo: – Não sei, mãe, mas quando vc ficar eu vou te dar um sino.
Carol – Por que um sino?
Enzo: – Por que sino é um clássico! Você vai poder me chamar ou chamar meu irmão com o sino.
Carol: – Putz. Eu vou ficar doente e muda?
Enzo: – Não, mas a gente não vai ouvir a sua voz…

Enzo e Victor (Seu irmão mais velho):
Enzo: – Victor, como que se fala lâmina afiada em japonês?
Victor: – Tramontina.

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Minha madrinha Cida tem uma amiga que se chama Giselda e que mora na Ilha da Madeira.

A Giselda chama os netos de “pulgas”, e a pulguinha das pérolas abaixo tem apenas 6 anos.

Segue então, para a alegria de vocês, os textos transcritos da Giselda. Boa diversão!

Giselda: Estava Pulga – a baixinha – no colo do avô a olhar o monitor do computador para o Google Earth a ver o mundo a rodar e, ao sintonizar a zona da Covilhã, pergunto-lhe se sabe quem vive ali naquele ponto.
Ignora-me e continua atenta ao monitor. É que nem olha para mim! Não me ouviu? Ó diacho! Volto à carga e, mais alto, lanço a pergunta ao ar, novamente.
”Sabes quem vive ali naquele ponto?” Nada. Não me liga nenhuma. Então, o avô, baixinho ao ouvido, ajuda-a dizendo: “a minha avó.”
E, assim que ouviu a resposta, diz em voz alta, desta feita, olhando para mim.
– A avó do avô!

E a saga continua…

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-Avó, o que é irreverente? – Pergunta a Pulga, a maiveilha, de nove anos.

Eu tento arranjar um adjectivo adequado. Enquanto penso e não penso, a baixinha, a de seis anos, como nem atava nem desatava nada da minha boca, diz:

-Avó, diz então o que é “reverente” que depois a gente entende o que é “irreverente”.

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