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Posts Tagged ‘Palavra de Criança’

Arrumar a casa tem sempre seu lado bom, o de encontrar objetos perdidos, ou preciosidades como uma “coleção de pérolas” de coleguinhas da Juju, frases de 2011, que guardei e acabei não publicando neste blog!

Na ocasião, fui convidada para conversar com a Juju e seus coleguinhas sobre meus livros infantis (Se eu Fosse…, Bagunçado ou Bem Guardado? e Menina de Três). Pedi aos pais da criançada que me enviasse, naquele dia, frases engraçadinhas de seus filhos para que fossem publicadas no meu blog….

É isso aí, 4 anos depois, literalmente do “fundo do baú”, seguem algumas delas. Depois publico mais!

  • Quando Luísa Pessoa Rosa era bem pequena (mais ou menos 2 anos), ela adorava a cor vermelha. Tudo da Luísa era vermelho: roupas, arco de cabelo (tiara), bonecas… Se os pais falassem com ela que o nome dela era Luísa Rosa, ela logo reclamava: Não é não!!!! É Luísa “memelha”!!! (vermelha)
  • Quando Ivan Serva Lara tinha 3 anos, ele estava com a vó e queria mexer em alguma coisa. O problema foi que a avó não deixou, e logo Ivan protestou: Eu vou “compá” outra vó lá no “pomecado” (supermercado) e vou pagar com cartão de “inquédito” do papai!
  • Essa foi do Vinicius Miranda, lá pelos seus 4 anos. Seu irmão mais velho ia para a escola de transporte escolar, e o motorista se chamada “Seu Altino” (Sr.Altino). Quando chegou a vez do Vinícius usar o mesmo transporte, passou a chamar o motorista de “Meu Altino”! =D
  • E essa do Arthur Cunha Campos Duarte? Ele tinha uns 3 anos na época. Depois que sua avó lhe explicou que a gente não faz somente o que gosta, o rapazinho replicou: “Eu só faço o que eu gosto, o que eu não gosto eu não faço! No Brasil não tem regra, regra só existe no Japão!”

Ai, senhor!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Tem tempo que o Enzo não aparece aqui no blog. Ele é filho da minha prima Carol Meyer, que está sempre colaborando com o “Palavra de Criança” no Facebook. Para agradecê-la, fiz uma reunião das últimas pérolas desse menino “pilhado”, ou “espevitado”, ou “da pá virada”, para divertir vocês. São pérolas recolhidas pela mãe desse garoto…

Enzo: – Mãe, o que você acha que foi em outra vida?
Carol: – Acho que fui uma cigana bem doida!
Enzo: – Tá, agora você faz papel de dicionário e me explica! =)

Enzo: – Mãe, acho que tô meio “zezé” da cuca! =)

Enzo: – Tem que pedir para esse “São Bento” mandar chuva! =)

Enzo: – Mãe, porque vc só fica parada na praça, tem tanto brinquedo!
Carol: – Ué, Enzo, por que eu não sou mais criança!
Enzo: – É sim, mãe. Vc é criança no coração. (Fofa, essa…)

Enzo: – Mãe, quando vc ficar muito doente eu vou te dar um sino.
Carol: – Por que que eu vou ficar muito doente?
Enzo: – Não sei, mãe, mas quando vc ficar eu vou te dar um sino.
Carol – Por que um sino?
Enzo: – Por que sino é um clássico! Você vai poder me chamar ou chamar meu irmão com o sino.
Carol: – Putz. Eu vou ficar doente e muda?
Enzo: – Não, mas a gente não vai ouvir a sua voz…

Enzo e Victor (Seu irmão mais velho):
Enzo: – Victor, como que se fala lâmina afiada em japonês?
Victor: – Tramontina.

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Minha madrinha Cida tem uma amiga que se chama Giselda e que mora na Ilha da Madeira.

A Giselda chama os netos de “pulgas”, e a pulguinha das pérolas abaixo tem apenas 6 anos.

Segue então, para a alegria de vocês, os textos transcritos da Giselda. Boa diversão!

Giselda: Estava Pulga – a baixinha – no colo do avô a olhar o monitor do computador para o Google Earth a ver o mundo a rodar e, ao sintonizar a zona da Covilhã, pergunto-lhe se sabe quem vive ali naquele ponto.
Ignora-me e continua atenta ao monitor. É que nem olha para mim! Não me ouviu? Ó diacho! Volto à carga e, mais alto, lanço a pergunta ao ar, novamente.
”Sabes quem vive ali naquele ponto?” Nada. Não me liga nenhuma. Então, o avô, baixinho ao ouvido, ajuda-a dizendo: “a minha avó.”
E, assim que ouviu a resposta, diz em voz alta, desta feita, olhando para mim.
– A avó do avô!

E a saga continua…

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-Avó, o que é irreverente? – Pergunta a Pulga, a maiveilha, de nove anos.

Eu tento arranjar um adjectivo adequado. Enquanto penso e não penso, a baixinha, a de seis anos, como nem atava nem desatava nada da minha boca, diz:

-Avó, diz então o que é “reverente” que depois a gente entende o que é “irreverente”.

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lisa_smarter_then_bartHoje meu post é em homenagem à Bruna e Dani, filhos do meu primo Guilherme e da minha prima “emprestada” Vívian.

A Bruna é a irmã mais velha, que de velha não tem nada, pois os dois são ainda crianças.

Compartilho com vocês então duas pérolas que os pais Gui e Vívian me passaram nessa semana!

Essa foi a Vívian quem contou:

Bruna estava me enrolando para dormir, divagando sobre o filme que assistiria para embalar seu sono. Já sem paciência, eu disse: “Bruna, na minha época, eu apagava a luz e dormia. Não tinha desenho a essa hora”. E ela prontamente respondeu: “Desculpa, mãe, mas agora é a minha época!” =)

Essa foi o Gui quem contou:

A gente voltando da missa para casa e o Daniel chorando:

– Mamãããeeee… Eu quero surpresa lá em casa! Buááá…

– Não vou te dar, porque o combinado é que você ganharia se se comportasse, e você ficou correndo.

– Mas eu queeeeeeerooo! Buáá…

– Não vai ganhar. A Bruna vai ganhar porque ela se comportou.

Um tempinho depois ele para de chorar e a gente escuta ele falando baixinho para a Bruna no banco de trás:

– Eu aposto que a sua surpresa é um cocô.

=D

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Hoje vou colocar aqui algumas colaborações de frases recebidas nos últimos tempos.

Nada melhor que compartilhar sorrisos! =D

A primeira é da Renata Bernardi:

Malu (3a): Eu quero fugir! Eu vou fugiiiiiiir! Abre a portaaaa!
O avô explica: Não, Malu, a rua é muito perigosa!
Malu: Eu vou pela calçada!

=D

A segunda é da Lidi Andrade:

-Lucas, você sabe onde fica a Guatemala ?
-Sim.
-E onde fica?
-Lá longe.

=D

A terceira é da minha prima Carol Meyer e seu impagável filho Enzo, que está presente em vários posts e no livro “Palavra de Criança”:

– Enzo, por que você deixa o seu quarto tão bagunçado?
– Eu não deixo. Ele bagunça automaticamente.

=)

E pra terminar, outro dia meu primo Guilherme Meyer foi corrigir a filhota Bruna. Ela mandou um “Se eu VER fulana” e o pai logo corrigiu: Se eu VIR…

-Ah, pai, tanto faz.

-Tanto faz, não, Bruna! – Guilherme retrucou – Eu estou ensinando a você o que é certo!

-Eu disse tanto faz pra MIM, não tanto faz pra VOCÊ, pai!

KKKKKKKKKKKKKKKKK

E boa noite pra todos =)

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Final de semana é convite para arrumar a casa. Arrumar a casa é convite para nostalgia.

Mexendo e remexendo nos baús e caixinhas, encontrei um joguinho de frases e desenhos que a turminha de 2o. período da Júlia, minha filha, produziu quando estudavam no Lúcia Casasanta, aqui em BH.

Fiquei emocionada quando, mais uma vez, todas aquelas frases ingênuas e deliciosas da infância encheram meu coração de alegria. Na verdade, são perguntas sobre situações do dia-a-dia, questionamentos dessas crianças que, desde cedo, se preocupam em agir com ética, respeitar o outro e valorizar a boa convivência… Nada mais adequado nesse momento, quando estamos tão próximos de eleger nosso próximo presidente (ou presidenta)…

São perguntas que, ao serem lançadas para a turminha, fazem os coleguinhas pensarem…

Simplesmente não resisti e decidi compartilhar algumas com vocês… Boa diversão! =D

– O que você faria se o colega ficasse “preso” no banheiro? (Lucca P)

É certo colocar o pé na frente do colega quando ele está passando? Por que? (João P)

O que você faria se decepcionasse um colega? (Bernardo)

O que você faria se quebrasse o jogo de xadrez do colega? (Alexandre G)

Como ajudar o colega que quebrou a perna? (Thais)

Quando o colega quer brincar e a gente não quer, o que podemos fazer para alegrá-lo? (Gianlucca)

O que você pode fazer se ao abrir a porta machucar o dedo do colega que estava no chão? (Marina)

– O que dizer ao colega quando pisamos no pé dele sem querer? (Júlia Reis)

– O que dizer a um colega que ficou chateado com você? (Gabriel)

Talvez essa última mesmo os adultos tenham dúvidas para responder…

Boa semana a todos!

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