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Posts Tagged ‘Criança’

Betina

Betina conversava com sua mãe, que tinha uma tremenda novidade. A novidade era uma fofa filhotinha Yorkshire, a Lua, que logo passaria a morar em casa com elas. Sim, uma nova integrante da família, uma cachorrinha verdadeiramente apaixonante!

– Filha… – disse a mãe de Betina, que a olhava atentamente – Você quer que a Lua seja a sua irmã, e eu a mãe das duas?

– Hum…

– Ou você quer… – continuou a mãe – Que a Lua seja a sua filhinha, e eu, a avó?

Pois Betina olhou com seus sinceros olhinhos de criança e respondeu sem pensar:

– Não dá para ela ser só a cachorra, não?

; )

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Para quem não conhece a Karol, aconselho dar uma lida no meu último post. Karol é daquelas meninas que vale a pena conhecer, hoje moça grande com alma de criança pequena. Dou boas risadas com a Karol =D

A peripécia 2 da Karol também aconteceu no aniversário dela, que nem meu primeiro post sobre essa menina travessa. A casa da Karol estava sendo pintada, e lá no último andar estava um balde de tinta laranja. Mesmo que você não conheça bem a Karol, imagino que você já saiba o que pode ter acontecido, certo? Corretíssimo, pois foi bem isso:

O balde? Karol derrubou.

A tinta? Entornou.

Mas é claro que a história não terminou!

Karol é inteligente, e a tinta ela lavou…

Pense você na combinação de água e tinta. Aliás, MUITA água e MUITA tinta, uma mistura poderosa que foi descendo que nem uma cachoeira laranja (plict, ploct) pela escada abaixo.

Plict…

Ploct…

Plict…

Ploct….

KAROOOOOOOOOOOL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Esse foi o grito do seu pai que chegava do trabalho cansado, com o presente da filha na mão. Teve castigo, mas não teve palmada, só por conta do dia que era especial.

E até hoje a casa se lembra da cachoeira laranja que fazia plict ploct pela escada… Basta visitar a casa da Karol e procurar as manchas sobreviventes pelo piso. Elas fazem aniversário junto com a nossa menina levada.

 

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-bolo_aniversario 5

Ontem foi um dia feliz. O Colégio Sagrado Coração de Maria aqui de BH (turma do segundo período) me convidou para um bate-papo na escola durante a feira do livro. Tive o prazer de conversar com uma alegre turminha de “meninos e meninas de 5” sobre o meu livro “Menina de 3”. Eles fizeram um projeto literário baseado no meu livro, e estavam de prontidão para me fazerem mil perguntas com um microfone colorido que as professoras Dani e Fernanda fizeram.

-Quanto tempo demora pra fazer um livro? Qual o seu próximo livro? Você estudou muito para escrever esse livro? A Menina de Três é sua filha? Quem fez os desenhos do seu livro?

Ah, delícia… Como é bom ter esse contato com as crianças. O parte dura foi ouvir de um aluninho, que ao ver minha foto na página final do livro,soltou essa pérola:

-Luiza, você ERA muito bonita!

=D

 

 

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images

Minha madrinha Cida tem uma amiga que se chama Giselda e que mora na Ilha da Madeira.

A Giselda chama os netos de “pulgas”, e a pulguinha das pérolas abaixo tem apenas 6 anos.

Segue então, para a alegria de vocês, os textos transcritos da Giselda. Boa diversão!

Giselda: Estava Pulga – a baixinha – no colo do avô a olhar o monitor do computador para o Google Earth a ver o mundo a rodar e, ao sintonizar a zona da Covilhã, pergunto-lhe se sabe quem vive ali naquele ponto.
Ignora-me e continua atenta ao monitor. É que nem olha para mim! Não me ouviu? Ó diacho! Volto à carga e, mais alto, lanço a pergunta ao ar, novamente.
”Sabes quem vive ali naquele ponto?” Nada. Não me liga nenhuma. Então, o avô, baixinho ao ouvido, ajuda-a dizendo: “a minha avó.”
E, assim que ouviu a resposta, diz em voz alta, desta feita, olhando para mim.
– A avó do avô!

E a saga continua…

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-Avó, o que é irreverente? – Pergunta a Pulga, a maiveilha, de nove anos.

Eu tento arranjar um adjectivo adequado. Enquanto penso e não penso, a baixinha, a de seis anos, como nem atava nem desatava nada da minha boca, diz:

-Avó, diz então o que é “reverente” que depois a gente entende o que é “irreverente”.

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grandmother

Pérola da neta de uma conhecida:

A menina de 6 anos desenhou a avó.

-Vovó, você gostou? – ela perguntou.

-Sim, minha netinha… – respondeu a avó – Está muito bom.

Após pensar um pouco, a avó completou:

– Mas não precisava ter tantos colares no meu pescoço, minha netinha!

E a menina, mais do que rápida, sacou essa aqui:

– Não são colares, vovó! São as PREGAS DO SEU PESCOÇO!

=D

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Imagem

Acho que alguns leitores já estavam com saudades da Laura, como eu estava também!

Ainda bem que tive a sorte de passar o feriado com ela, e com isso recuperar algumas “pérolas” para esse blog. Um dia com a Laura é risada na certa. São tantas “tiradas” que é até difícil me lembrar, mas vou presentear vocês com quatro delas (ao menos são as que ficaram na memória). A foto foi tirada no clube, hoje, quando ela e Juju se esbaldaram. Cá entre nós, ser criança é MUITO BOM!

Pérola Número 1:

-Tia, quando eu cheguei na Bahia, eu fiquei tão empolgada, mas tão empolgada, que enfiei minha cabeça do lado de fora da janela, assim ó, pra fora do carro, sabe, quando fica ventando? Aí eu cuspi, tia, e o cuspe voltou na minha cara! =D

Pérola Número 2. Essa foi quando eu contei que minha casa nova não tinha elevador, e que ela teria que se preparar para subir as escadas.

-Tia, minha mãe tem uma amiga que mora no apartamento “duzentos e tanto”, imagina quantas escadas ela tem que subir!

Pérola Número 3:

No caminho para o clube, com um sol de rachar, vimos uma moça com um livro grande, aberto, sobre o rosto, obviamente para cobrir a luz solar, que estaria incomodando seus olhos.

-Tia, olha ali a moça andando com o livro! Só pra fingir que é inteligente!!!!!!!

Pérola Número 4:

Ao final do dia, trovejando, comento que o cachorrinho aqui de casa não se assusta com o barulho, pois nem latiu. Logo a Laura veio com essa:

-Tia, a minha cadela não gosta de barulho, ela assusta com o próprio PUM! Ela solta o pum, depois olha pra trás e sai correndo!!!!!!!!!!!

Ó DEUS MEU, DAI-ME MAIS FERIADOS! =)

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Na volta da casa do meu irmão, onde Juju(9) brincou com os primos, no carro, à noite, com chuva:

-Mãe…
-Oi.
-Acho que o mundo seria melhor se não existisse o dinheiro.
-Como assim, filha, ia ser difícil, não acha?
-Ah, mãe, ia ser melhor. Aí todo mundo ia viver tranquilo… Tipo… Cada um fazia a coisa que sabia… Assim, se a pessoa sabe fazer suco em lata, ela faz…
-Hã?
-E a outra pessoa fazia outra coisa, e cada um fazia uma coisa, e assim as pessoas iam trocando.
-Mas como a pessoa vai fazer suco em lata se ela não tem dinheiro? E a máquina para fazer a lata?
-Ela faz a máquina também…
-Júlia, antes era assim. Por exemplo, tinha um criador de ovelhas e um agricultor que plantava tomate. Aí um tosava a ovelha e entregava a lã, e o outro dava de volta um quilo de tomates… Entendeu?
-Então, tinha que ser assim…
-Júlia, a questão não é o dinheiro deixar de existir. A questão é todo mundo ter uma quantidade de dinheiro que deixa a pessoa ter uma vida legal, entende?
-É… A gente não tem luxo, mas tem uma vida legal…
-Pois é (concordo, fazer o quê? =D )
-E por que a pessoa que tem a empresa ganha mais do que quem trabalha nela?
-Porque a pessoa construiu a empresa, Júlia.
-Mas isso não é justo!
-Filha, é sim, pensa, a empresa ganha 100, aí tem 5 funcionários, cada um ganha 10 e quem tem a empresa fica com 50.
-Mas todo mundo tinha que ganhar igual!
-E se alguém trabalha muito e o outro não trabalha nada, tem que ganhar igual?
-…
-E as vezes, o que trabalha, pode querer um dia ter uma empresa também…
-…
-Às vezes eu faço massagem no seu ombro e ganho 1 real.
-Pois é, filha!
-Mas às vezes eu faço assim mesmo e não quero ganhar nada.
-ISSO é justo!
🙂

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